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	<title>Comentários em: Um jornalista, um blog e um império</title>
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	<description>Resumos jurídicos</description>
	<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 08:49:33 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Jamille Santana</title>
		<link>http://inresumo.com/2008/04/um-jornalista-um-blog-e-um-imperio/#comment-47</link>
		<dc:creator>Jamille Santana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 17:39:57 +0000</pubDate>
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		<description>Lembro do filme, Bina. Tem o livro por aí pra emprestar? Se bem que nem posso pensar em livros (ainda mais nos bons, muito bons). Tenho que pensar na monografia - acho que vou aí ver se tem algum livro que sirva pra monografia, sobre liberdade de imprensa. Tô pra ficar louca.
Adorei te ver por aqui, volta!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro do filme, Bina. Tem o livro por aí pra emprestar? Se bem que nem posso pensar em livros (ainda mais nos bons, muito bons). Tenho que pensar na monografia - acho que vou aí ver se tem algum livro que sirva pra monografia, sobre liberdade de imprensa. Tô pra ficar louca.<br />
Adorei te ver por aqui, volta!</p>
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		<title>Por: Nira</title>
		<link>http://inresumo.com/2008/04/um-jornalista-um-blog-e-um-imperio/#comment-46</link>
		<dc:creator>Nira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 16:24:58 +0000</pubDate>
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		<description>Byna! Olha eu! Tudo bem que o assunto é sério, mas pensando no comportamento dos (colegas?) jornalistas e do argumento da "liberdade de expressão" como justificativa para tudo, lembrei da nossa professora Glória, de português: "vcs estão confundindo liberdade com libertinagem"... hehehe. Gostei da lembrança do comentário acima, do Foqueira das Vaidades. Vc leu? É maravilhoso! Daqueles livros que a gente entra na madrugada, quer largar e não consegue! Um beijo e saudades!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Byna! Olha eu! Tudo bem que o assunto é sério, mas pensando no comportamento dos (colegas?) jornalistas e do argumento da &#8220;liberdade de expressão&#8221; como justificativa para tudo, lembrei da nossa professora Glória, de português: &#8220;vcs estão confundindo liberdade com libertinagem&#8221;&#8230; hehehe. Gostei da lembrança do comentário acima, do Foqueira das Vaidades. Vc leu? É maravilhoso! Daqueles livros que a gente entra na madrugada, quer largar e não consegue! Um beijo e saudades!</p>
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	<item>
		<title>Por: Lia Sergia</title>
		<link>http://inresumo.com/2008/04/um-jornalista-um-blog-e-um-imperio/#comment-28</link>
		<dc:creator>Lia Sergia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 21:18:37 +0000</pubDate>
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		<description>Mille, há muito tempo eu deixei de enxergar a Veja como uma revista jornalística. E não é só a veja... São raras as revistas semanais brasileiras onde ainda podemos encontrar algum resquício do verdadeiro Jornalismo. O que se vê por aí é um amontoado de interesses econômicos e políticos...

Vez por outra alguém me pergunta: "Mas, Lia, se você acha que o Jornalismo verdadeiro está morrendo, porque escolheu esta profissão?"

E eu digo: é que ainda tenho esperança de ser parte do grupo que vai ressuscitá-lo.

Utopia? Pode ser.... Mas ainda acredito nisto.

Beijo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mille, há muito tempo eu deixei de enxergar a Veja como uma revista jornalística. E não é só a veja&#8230; São raras as revistas semanais brasileiras onde ainda podemos encontrar algum resquício do verdadeiro Jornalismo. O que se vê por aí é um amontoado de interesses econômicos e políticos&#8230;</p>
<p>Vez por outra alguém me pergunta: &#8220;Mas, Lia, se você acha que o Jornalismo verdadeiro está morrendo, porque escolheu esta profissão?&#8221;</p>
<p>E eu digo: é que ainda tenho esperança de ser parte do grupo que vai ressuscitá-lo.</p>
<p>Utopia? Pode ser&#8230;. Mas ainda acredito nisto.</p>
<p>Beijo!</p>
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	<item>
		<title>Por: Thiago H. R</title>
		<link>http://inresumo.com/2008/04/um-jornalista-um-blog-e-um-imperio/#comment-25</link>
		<dc:creator>Thiago H. R</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 20:35:51 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, doutora. Estou passando para dizer que o blog ta muito legal! Embora a rigorosidade estatística, matemática e econométrica consumam mais o meu tempo, ele (meu tempo) terá, agora, espaço para as leituras do teu blog. Parabéns pela iniciativa!! 

Abraços, Thiago Henrique Rios"</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, doutora. Estou passando para dizer que o blog ta muito legal! Embora a rigorosidade estatística, matemática e econométrica consumam mais o meu tempo, ele (meu tempo) terá, agora, espaço para as leituras do teu blog. Parabéns pela iniciativa!! </p>
<p>Abraços, Thiago Henrique Rios&#8221;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Lorena Aguiar</title>
		<link>http://inresumo.com/2008/04/um-jornalista-um-blog-e-um-imperio/#comment-21</link>
		<dc:creator>Lorena Aguiar</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 18:38:48 +0000</pubDate>
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		<description>Jamille, gostei muitÃ­ssimo da provocaÃ§Ã£o. ParabÃ©ns tambÃ©m pela iniciativa de criar esse espaÃ§o de discussÃ£o, que poderÃ¡ contemplar tanto pessoas da Ã¡rea jurÃ­dica como qualquer pessoa que, como vocÃª, reclame um Direito Social. 

Ã‰ preciso abrir esse parÃªntese aqui, pois Ã© odioso ver como nÃ³s, estudantes da "ciÃªncia do dever-ser", mesmo reconhecendo o direito na sua histÃ³rica crise de identidade (a faca de dois gumes: instrumento de opressÃ£o e de libertaÃ§Ã£o, pois que nasceu para ser produto da e para as classes dominantes, utilizado ao seu bel prazer), nos abstemos da mÃ­nima possibilidade de "pensar fora da caixa".

Ã‰ essa apatia, inclusive, que ajuda a desmobilizar qualquer tentativa de encontrar alternativas outras que nÃ£o a do seletivo, estigmatizador, excludente e fracassado sistema penal. Afirmo isso apenas para dar um exemplo de como Ã© forjado o discurso jurÃ­dico, afinal de contas, daÃ­ pra frente observamos como leis e mais leis penais sÃ£o editadas, tipificando como crimes outras tantas condutas, majorando ainda mais as penas nos delitos jÃ¡ previstos, sem conseguir satisfazer o desejo da sociedade por â€œjustiÃ§aâ€.

Deixar de lado o juridiquÃªs, botar a cabeÃ§a pra funcionar, questionar as normas e os comportamentos sociais a partir delas Ã© essencial. Ã‰ o primeiro passo e o mÃ­nimo que se pode fazer para nÃ£o compactuar com a mediocridade dos cursos de direito espalhados pelo paÃ­s. Questionar a simbiose entre o poder simbÃ³lico dessa ciÃªncia e outros campos do saber, e entre aquele e outros subsistemas de controle social, ao invÃ©s de reproduzir certos conceitos, normas, opiniÃµes, comportamentos, Ã© peÃ§a-chave para quem acredita e quer utilizar o Direito como â€œinstrumento de libertaÃ§Ã£oâ€.

E aÃ­, quando aparecem fatos como esse que envolve a famÃ­lia Nardoni, engolimos gÃ¼ela abaixo as anÃ¡lises dos psiquiatras forenses, as versÃµes veiculadas na mÃ­dia, a masturbaÃ§Ã£o das versÃµes divulgadas pela prÃ³pria PolÃ­cia e pelo MinistÃ©rio PÃºblico, em busca dos holofotes, sem desconfiar do porquÃª de tudo isso. Melhor dizendo, qual a funcionalidade deste discurso, a quem ele atende, para que tipo de leitor ele Ã© direcionado.
 
Pois bem. Exemplos como esse mostram como a mÃ­dia e a imprensa hoje no Brasil gozam da liberdade que lhe foi conferida no perÃ­odo pÃ³s-ditadura para PRODUZIR, REPRODUZIR e MANTER ESPAÃ‡OS DE ALIENAÃ‡ÃƒO, ostentadora que Ã© de um discurso hegemÃ´nico. Ã‰ o que se pode perceber quando se vÃª estampada em grandes revistas a descaracterizaÃ§Ã£o/desqualificaÃ§Ã£o da luta do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, e de outras lutas das organizaÃ§Ãµes populares, segmentos de esquerda do paÃ­s (e do resto do mundo, Ã© bom que se diga!), sem falar dominaÃ§Ã£o e destruiÃ§Ã£o da identidade do povo iraquiano e do povo afegÃ£o.

Quanto Ã  Revista Veja, compartilho da idÃ©ia de que seu principal objetivo Ã© condicionar os indivÃ­duos que infelizmente a tomam como Ãºnica referÃªncia em matÃ©ria de informaÃ§Ã£o, no momento de definirem sua posiÃ§Ã£o polÃ­tica, tendenciando dessa forma sua visÃ£o e os alienando a ponto destes adotarem um discurso anti-esquerdista, neoliberal, elitista, estigmatizante, moralista e excludente. Essa Ã© a funcionalidade abraÃ§ada pela mÃ­dia hoje: â€œcultivaâ€ indivÃ­duos dÃ³ceis, que se desviam do papel de sequer pensar outra forma de gerenciar os conflitos da convivÃªncia social, quanto mais um outro Estado.

Voltando para o caso do assassinato de Isabella, uma leitura a ser considerada Ã© a que vislumbra o papel da mÃ­dia em legitimar instituiÃ§Ãµes e instrumentos como a FamÃ­lia o Estado, o Direito, a JustiÃ§a, a PolÃ­cia. Ao passo em que a questÃ£o da violÃªncia domÃ©stica e contra a populaÃ§Ã£o infanto-juvenil consegue comover a classe mÃ©dia quando se fala de uma crianÃ§a branca e rica, que tinha milhÃµes de possibilidades de viver e ser feliz, essa teia mascara o carÃ¡ter falido do sistema penal, veiculando a falsa idÃ©ia de que as leis alcanÃ§am a todos, e nÃ£o sÃ³ a pretos e pobres. 

A todo momento Ã© estampado nas manchetes dos jornais detalhes de como a polÃ­cia colheu em menos de um mÃªs elementos para desvendar o mistÃ©rio da morte daquela crianÃ§a. Isso ofusca as discussÃµes sobre a falta de aparelhamento da polÃ­cia, as mÃ¡s condiÃ§Ãµes e a falta de capacitaÃ§Ã£o de seus agentes, a morosidade da JustiÃ§a, a manipulaÃ§Ã£o das informaÃ§Ãµes nos meios de comunicaÃ§Ã£o de massa, a irresponsabilidade com a divulgaÃ§Ã£o dos elementos do inquÃ©rito policial, a afronta Ã  privacidade da famÃ­lia da vÃ­tima e dos acusados, dentre tantas outras carÃªncias e mazelas desse Estado que nÃ£o cabe aqui enumerar.

NÃ£o se trata de acreditar que exista um movimento conspiratÃ³rio por trÃ¡s disso tudo (embora a Revista Veja e a Rede Globo peguem pesado com o tratamento de temas como os que foram aqui tratados), mas, sem dÃºvida Ã© preciso estar atento a uma racionalidade que movimenta essa roda-viva e que carece de ser desconstruÃ­da.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jamille, gostei muitÃ­ssimo da provocaÃ§Ã£o. ParabÃ©ns tambÃ©m pela iniciativa de criar esse espaÃ§o de discussÃ£o, que poderÃ¡ contemplar tanto pessoas da Ã¡rea jurÃ­dica como qualquer pessoa que, como vocÃª, reclame um Direito Social. </p>
<p>Ã‰ preciso abrir esse parÃªntese aqui, pois Ã© odioso ver como nÃ³s, estudantes da &#8220;ciÃªncia do dever-ser&#8221;, mesmo reconhecendo o direito na sua histÃ³rica crise de identidade (a faca de dois gumes: instrumento de opressÃ£o e de libertaÃ§Ã£o, pois que nasceu para ser produto da e para as classes dominantes, utilizado ao seu bel prazer), nos abstemos da mÃ­nima possibilidade de &#8220;pensar fora da caixa&#8221;.</p>
<p>Ã‰ essa apatia, inclusive, que ajuda a desmobilizar qualquer tentativa de encontrar alternativas outras que nÃ£o a do seletivo, estigmatizador, excludente e fracassado sistema penal. Afirmo isso apenas para dar um exemplo de como Ã© forjado o discurso jurÃ­dico, afinal de contas, daÃ­ pra frente observamos como leis e mais leis penais sÃ£o editadas, tipificando como crimes outras tantas condutas, majorando ainda mais as penas nos delitos jÃ¡ previstos, sem conseguir satisfazer o desejo da sociedade por â€œjustiÃ§aâ€.</p>
<p>Deixar de lado o juridiquÃªs, botar a cabeÃ§a pra funcionar, questionar as normas e os comportamentos sociais a partir delas Ã© essencial. Ã‰ o primeiro passo e o mÃ­nimo que se pode fazer para nÃ£o compactuar com a mediocridade dos cursos de direito espalhados pelo paÃ­s. Questionar a simbiose entre o poder simbÃ³lico dessa ciÃªncia e outros campos do saber, e entre aquele e outros subsistemas de controle social, ao invÃ©s de reproduzir certos conceitos, normas, opiniÃµes, comportamentos, Ã© peÃ§a-chave para quem acredita e quer utilizar o Direito como â€œinstrumento de libertaÃ§Ã£oâ€.</p>
<p>E aÃ­, quando aparecem fatos como esse que envolve a famÃ­lia Nardoni, engolimos gÃ¼ela abaixo as anÃ¡lises dos psiquiatras forenses, as versÃµes veiculadas na mÃ­dia, a masturbaÃ§Ã£o das versÃµes divulgadas pela prÃ³pria PolÃ­cia e pelo MinistÃ©rio PÃºblico, em busca dos holofotes, sem desconfiar do porquÃª de tudo isso. Melhor dizendo, qual a funcionalidade deste discurso, a quem ele atende, para que tipo de leitor ele Ã© direcionado.</p>
<p>Pois bem. Exemplos como esse mostram como a mÃ­dia e a imprensa hoje no Brasil gozam da liberdade que lhe foi conferida no perÃ­odo pÃ³s-ditadura para PRODUZIR, REPRODUZIR e MANTER ESPAÃ‡OS DE ALIENAÃ‡ÃƒO, ostentadora que Ã© de um discurso hegemÃ´nico. Ã‰ o que se pode perceber quando se vÃª estampada em grandes revistas a descaracterizaÃ§Ã£o/desqualificaÃ§Ã£o da luta do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, e de outras lutas das organizaÃ§Ãµes populares, segmentos de esquerda do paÃ­s (e do resto do mundo, Ã© bom que se diga!), sem falar dominaÃ§Ã£o e destruiÃ§Ã£o da identidade do povo iraquiano e do povo afegÃ£o.</p>
<p>Quanto Ã  Revista Veja, compartilho da idÃ©ia de que seu principal objetivo Ã© condicionar os indivÃ­duos que infelizmente a tomam como Ãºnica referÃªncia em matÃ©ria de informaÃ§Ã£o, no momento de definirem sua posiÃ§Ã£o polÃ­tica, tendenciando dessa forma sua visÃ£o e os alienando a ponto destes adotarem um discurso anti-esquerdista, neoliberal, elitista, estigmatizante, moralista e excludente. Essa Ã© a funcionalidade abraÃ§ada pela mÃ­dia hoje: â€œcultivaâ€ indivÃ­duos dÃ³ceis, que se desviam do papel de sequer pensar outra forma de gerenciar os conflitos da convivÃªncia social, quanto mais um outro Estado.</p>
<p>Voltando para o caso do assassinato de Isabella, uma leitura a ser considerada Ã© a que vislumbra o papel da mÃ­dia em legitimar instituiÃ§Ãµes e instrumentos como a FamÃ­lia o Estado, o Direito, a JustiÃ§a, a PolÃ­cia. Ao passo em que a questÃ£o da violÃªncia domÃ©stica e contra a populaÃ§Ã£o infanto-juvenil consegue comover a classe mÃ©dia quando se fala de uma crianÃ§a branca e rica, que tinha milhÃµes de possibilidades de viver e ser feliz, essa teia mascara o carÃ¡ter falido do sistema penal, veiculando a falsa idÃ©ia de que as leis alcanÃ§am a todos, e nÃ£o sÃ³ a pretos e pobres. </p>
<p>A todo momento Ã© estampado nas manchetes dos jornais detalhes de como a polÃ­cia colheu em menos de um mÃªs elementos para desvendar o mistÃ©rio da morte daquela crianÃ§a. Isso ofusca as discussÃµes sobre a falta de aparelhamento da polÃ­cia, as mÃ¡s condiÃ§Ãµes e a falta de capacitaÃ§Ã£o de seus agentes, a morosidade da JustiÃ§a, a manipulaÃ§Ã£o das informaÃ§Ãµes nos meios de comunicaÃ§Ã£o de massa, a irresponsabilidade com a divulgaÃ§Ã£o dos elementos do inquÃ©rito policial, a afronta Ã  privacidade da famÃ­lia da vÃ­tima e dos acusados, dentre tantas outras carÃªncias e mazelas desse Estado que nÃ£o cabe aqui enumerar.</p>
<p>NÃ£o se trata de acreditar que exista um movimento conspiratÃ³rio por trÃ¡s disso tudo (embora a Revista Veja e a Rede Globo peguem pesado com o tratamento de temas como os que foram aqui tratados), mas, sem dÃºvida Ã© preciso estar atento a uma racionalidade que movimenta essa roda-viva e que carece de ser desconstruÃ­da.</p>
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	<item>
		<title>Por: Leonardo Bernardes</title>
		<link>http://inresumo.com/2008/04/um-jornalista-um-blog-e-um-imperio/#comment-20</link>
		<dc:creator>Leonardo Bernardes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 16:43:27 +0000</pubDate>
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		<description>O caso se complicou diante de algumas alegações de &lt;a href="http://arrastao.apostos.com/" rel="nofollow"&gt;Janaina Leite&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.interney.net/blogs/imprensamarrom/" rel="nofollow"&gt;Fernando Gouveia&lt;/a&gt;, sobre o suposto "assassinato de reputação" cometido pelo próprio Nassif contra Janaína -- numa das seções do dossiê.

O caso não perde a força por isso, nem deixam de ser verdadeiras e contundentes as constatações, mas se Nassif passa a usar as ferramentas que condena, fica difícil não ler esse episódio como um conflito de interesses no qual nós somos apenas massa de manobra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O caso se complicou diante de algumas alegações de <a href="http://arrastao.apostos.com/" rel="nofollow">Janaina Leite</a> e <a href="http://www.interney.net/blogs/imprensamarrom/" rel="nofollow">Fernando Gouveia</a>, sobre o suposto &#8220;assassinato de reputação&#8221; cometido pelo próprio Nassif contra Janaína &#8212; numa das seções do dossiê.</p>
<p>O caso não perde a força por isso, nem deixam de ser verdadeiras e contundentes as constatações, mas se Nassif passa a usar as ferramentas que condena, fica difícil não ler esse episódio como um conflito de interesses no qual nós somos apenas massa de manobra.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Eliezer Cardoso</title>
		<link>http://inresumo.com/2008/04/um-jornalista-um-blog-e-um-imperio/#comment-18</link>
		<dc:creator>Eliezer Cardoso</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 15:12:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://inresumo.com/?p=64#comment-18</guid>
		<description>Muito interessante seu blog. Curso Direito aqui em Santa Catarina e sou web designer do site do Centro Acadêmico de Direito da Unesc, o Portal do Direito - www.direitounesc.com.br. Venho informá-lo que seu blog será linkado no nosso portal como mais um dos blogs obrigatórios para se visitar. Obrigado pela dedicação! Grande abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito interessante seu blog. Curso Direito aqui em Santa Catarina e sou web designer do site do Centro Acadêmico de Direito da Unesc, o Portal do Direito - <a href="http://www.direitounesc.com.br" rel="nofollow">http://www.direitounesc.com.br</a>. Venho informá-lo que seu blog será linkado no nosso portal como mais um dos blogs obrigatórios para se visitar. Obrigado pela dedicação! Grande abraço!</p>
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