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Porque é São João!

Essa é um das festas mais bonitas que conheço. Para mim, as festas juninas superam quaisquer outras do ano, superam os apelos do Natal e a expectativa (obrigatoriedade ?) de felicidade do Ano Novo. São João, Santo Antônio, São Pedro…não importa. Se é festa junina, é bacana. E tem um monte de música pra gente passar o mês inteirinho curtindo, tomando licor e comendo amendoim. Umas das tantas me lembro e gosto:

1. A Beira e o Mar - Del Feliz
2. Aria - por Quinteto Armorial
3. De Mala e Cuia - Flávio José
4. Sala de Reboco - Luiz Gonzaga
5. Confidências - com Jorge de Altinho
6. Ana Maria - Santana
7. Tamborete de Forró - Santana
8. Vontade - Santana
9. (todas, todas de Gonzaga e Santana …)
10. Cintura Fina - Sivuca e Dominguinhos

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Dia do Choro

A bênção Pixinguinha
Tu que choraste na flauta
Todas as minhas mágoas de amor

Decisões judiciais que inovam e dão esperança às necessidades sociais devem ser repassadas. Quando o Legislativo é lento e o Executivo acomodado, o Judiciário muitas vezes faz a diferença. A 3ª Turma do STJ decidiu que os processos, nos quais figurem como parte portadores de HIV, terão prioridade de tramitação. Para a Ministra Nancy Andrighi, a prestação jurisdicional célere é dever do Estado, principalmente em casos que as pessoas se encontram em situação delicada de saúde. Assim, a 3ª Turma decidiu aplicando a interpretação extensiva do artigo 1.211 - A do CPC, Estatuto do Idoso e demais artigos constitucionais pertinentes :

Negar o direito subjetivo de tramitação prioritária do processo em que figura como parte uma pessoa com o vírus HIV seria, em última análise, suprimir, em relação a um ser humano, o princípio da dignidade da pessoa humana, previsto constitucionalmente como um dos fundamentos balizadores do Estado Democrático de Direito que compõe a República Federativa do Brasil, no artigo 1º, inciso III, da Constituição Federal

Infelizmente o princípio da celeridade processual está distante de ser alcançado plenamente - como podemos esquecer dos processos que, por anos a fio, os recursos do INSS arastam, mesmo que idosos aposentados estejam brigando contra o tempo por um reajuste na aposentadoria?

Leia na íntegra a decisão aqui.

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Lado B

Fazer mixtapes é uma arte, um legado dos anos 70/80. Escolher cada música, colocá-las em ordem. A ordem de uma fita K7 nunca era casual, sempre escondia (ou escancarava) um propósito. Afinal, não era mole repetir uma música, a trilha tinha que ser bem bacana. E de tão bacana, se podia ouvir 15 vezes. E grudar na cabeça a ordem das músicas. Sem contar que a escolha de cada lado (lado A ou lado B) era fundamental. Pelo menos pra mim, o Lado A sempre tinha as mais rentáveis. O lado B era mais intimista.

Uma seleção pra vocês. Algumas MPB’s primeiro.

Lado B:

1. Desafinado (Newton Mendonça/ Tom Jobim);
2. Rancho da Goiabada (João Bosco/Aldir Blanc); [com Elis!]
3. Tiro ao Álvaro (Adorinan Barbosa);
4. Não Tenha Medo (Miltinho Ediberto);
5. Fala Baixinho (Pixinguinha/ Hermínio Bello);
6. Diamante Verdadeiro (Caetano Veloso);
7. Quero Esquecer Você (Jorge Ben); [o sotaque do Jorge nesta aqui!]
8. Luz Negra (Nelson Cavaquinho/Irani Barros); [com Cazuza!]
9. Dor de Cotovelo (Caetano Veloso);
10. Eu vou ficar aqui (Arnaldo Antunes);
11. A Carne (Farofa Carioca)

* Bah! Essa seleção está essencialmente romântica!

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